terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MOTIVOS NATALINOS- II

MOTIVOS NATALINOS- I

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

DIA NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO-14/11

Eba! Hoje é dia Nacional da Alfabetização e você sabe bem o quanto é importante saber ler, não sabe? Já tentou imaginar como seria não saber ler?
Letra é vida! Que tal comemorar esse dia lendo historinhas divertidas em voz alta, brincando com as palavras e desenhando o alfabeto? PARABÉNS A TODOS OS ALFABETIZADORES!!!!!!!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

COMO SE PORTAR COM O APRENDIZ-PARTE II

12- UTILIZE MATERIAL DIDÁTICO CONVENIENTE E, EM ESPECIAL, O QUADRO´NEGRO;
EX. A objetivação promove uma aprendizagem melhor e mais rápida.
13- APLIQUE EM SUA SALA/AULA, SEMPRE QUE NECESSÁRIO, O TRABALHO DIVERSIFICADO;
EX. O trabalho diversificado atende ás diferenças individuais.
14- DÊ, EM RODÍZIO, ENCARGOS DE RESPONSABILIDADE AOS SEUS APRENDIZES;
EX. O rodízio nas responsabilidades de sala/aula modifica a atitude dos aprendizes e desenvolve a consciência democrática de que todos têm direitos e deveres como membros da turma.
15- ENSINE AO APRENDIZ A AVALIAR O PRÓPRIO TRABALHO;
EX. A auto-avaliação leva ao aperfeiçoamento.
15- ATUALIZE SEUS CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS;
EX. O professor atualizado proporciona ensino de melhor qualidade.
16- PLANEJE CUIDADOSAMENTE SEU TRABALHO, DE ACORDO COM OS INTERESSES E POSSIBILIDADES DA TURMA;
EX. O planejamento confere maior segurança ao educador e permite a adequação do trabalho aos aprendizes.
17- FAÇA SEUS APRENDIZES PARTICIPAREM DO PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES DE SALA/AULA;
EX. Identificando os objetivos a atingir, os aprendizes terão mais interesse pelo trabalho.
18- MANTENHA OS APRENDIZES SEMPRE INTERESSADOS E EM CONSTANTE ATIVIDADE;
EX. O trabalho e a atividade mental são sempre as melhores garantias de disciplina em sala/aula.

COMO SE PORTAR COM O APRENDIZ-PARTE I

1- APRENDA A LIDAR CONSIGO PRÓPRIO PARA LIDAR COM CRIANÇAS;
EX. O auto-controle é essencial ao bom educador.
2- CONSIDERE QUE OS APRENDIZES NÃO APRENDEM APENAS A DISCIPLINA;
EX. Outros aspectos da educação, realizam-se ao mesmo tempo. (ORDEM, TRABALHO EM EQUIPE, GOSTO PELO ESTUDO, DISCIPLINA, AMOR E COMPREENSÃO).
3- NÃO ESQUEÇA: OS APRENDIZES APRENDEM A SEGUIR SEU EXEMPLO;
EX. O bom exemplo vale mais do que qualquer palavra.
4- ESTUDE, ANALISE OS ALUNOS;
EX. As crianças são diferentes. Cada uma deve ser tratada de modo especial e compreensiva. (MUNDOS DIFERENTES).
5- PROCURE COMPREENDER OS PROBLEMAS DE CADA CRIANÇA;
EX. Assim ajudará seu aprendizes ( COMPREENSÃO).
6- COMECE O ENSINO DE ONDE OS APRENDIZES ESTÃO E NÃO DE ONDE VOCÊ ESTÁ;
EX. A aprendizagem deve ser gradual e contínua.
7- IMAGINE-SE NO LUGAR DO APRENDIZ;
EX. Pode parecer fácil a você, mas nem sempre o será para o aprendiz.
8- DÊ AO ALUNO CRÉDITO POR TODO BOM TRABALHO;
EX. Há sempre um aspecto positivo no trabalho do aprendiz.
9- NÃO REPREENDA PUBLICAMENTE NEM CASTIGUE A TURMA PELA FALTA DE UM SÓ;
EX. A censura em público humilha e a coletiva é injusta.
10- ESTABELEÇA ROTINAS DE SALA/AULA;
EX. Os alunos da turma "c" chegam á hora certa, Pedem licença, Não conversam em aula (PARALELAS). O hábito estabelecido economiza tempo e facilita a realização do trabalho.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

FICHA DE AVALIAÇAO INDIVIDUAL PARA ALUNOS DA ED. INFANTIL

Ficha modelo de observação individual do aluno
1. Área de avaliação: Comportamento
Conceito de avaliação
Item de avaliação Sempre Frequentemente Raramente Nunca
1 Relaciona-se bem com os amigos
2 Relaciona-se bem com o professor
3 Atende as pessoas com boa vontade
4 Tem espírito cooperativo nas atividades do grupo
5 Integra-se facilmente ao grupo
6 Depende muito do auxílio do adulto
7 Lidera seu grupo
8 Tem iniciativa própria
9 É cuidadoso, mantendo em ordem seu material escolar
10 Realiza as atividades com ordem e limpeza
11 Respeita as regras do jogo
12 Tem boa atenção
13 Tem boa concentração durante as atividades
14 Interessa-se por atividades de modelagem
15 Interessa-se por atividades de recorte e colagem
16 Interessa-se por atividades de pintura
17 Interessa-se por atividades de montagem e construção
18 Interessa-se por atividades de desenho
19 Interessa-se por atividades de música/movimento/ritmo
20 Interessa-se por atividades de recreação
21 Trabalha em silêncio quando necessário
22 Participa com interesse de todas as atividades propostas
23 Participa com interesse quando estimulado
24 Demonstra agilidade em coordenar seus movimentos
25 Consegue participar de atividades que exijam atenção e reflexão imediata
26 Mantém uma atitude de colaboração e respeito nos jogos do grupo
27 Atende às solicitações para casa
28 Gosta muito de atividades livres
29 Tem dificuldade em compreender um comando e/ou chamado
2. Área de avaliação: Psicomotricidade
Conceito de avaliação
Item de avaliação Sempre Frequentemente Raramente Nunca
1 Anda bem e com postura
2 Esbarra nos outros e nos objetos
3 Deixa cair as coisas que segura
4 Cai muito
5 Senta-se corretamente
6 Fica cansado com facilidade
7 Tem agilidade com o manejo dos brinquedos
8 É muito ativo
9 Tem facilidade em recorte e dobradura
10 Usa tesoura de forma adequada
11 Segura o lápis e o pincel de forma correta
12 Tem facilidade em fazer exercícios de coordenação motora
13 Tem facilidade em imitar posições
14 É capaz de nomear e localizar (em si mesmo e nos outros) as partes do corpo
15 Demonstrou preferência pelas atividades artísticas
16 É capaz de colorir dentro dos limites
17 É capaz de copiar figuras
18 Usa predominantemente a mão direita
19 Usa predominantemente a mão esquerda
20 Cumpre no tempo previsto, as atividades propostas
3. Área de avaliação: Linguagem
Conceito de avaliação
Item de avaliação Sempre Frequentemente Raramente Nunca
1 Conversa espontaneamente com os colegas
2 Tem clareza ao se expressar
3 Constrói frases
4 Tem bom vocabulário para sua idade
5 Tem boa expressão
6 Apresenta gagueira
7 Ouve bem
8 Tem facilidade para memorizar
9 É capaz de fazer leitura e desenhos de imagens (com fins de comunicação)
10 Tem interesse por livros e gravuras
11 É capaz de compreender e reproduzir histórias
12 Gosta de ouvir histórias
13 Comunica-se com incorreções gramaticais graves
14 Cria pequenas histórias com seqüência lógica
15 Tem boa coordenação de pensamento
4. Área de avaliação: Aspecto emocional
Conceito de avaliação
Item de avaliação Sempre Frequentemente Raramente Nunca
1 Chega alegre e sorridente à escola
2 É uma criança calma
3 É criativo
4 Reage agressivamente
5 Gosta de receber carinho
6 É carinhoso
7 Tem baixa resistência a frustração
8 Tem atitudes diferentes na presença do pai e/ou mãe
9 Quando suas vontades são recusadas reage com choros ou lamúrias
10 Tem uma aparência triste
11 É muito comunicativo
12 Fica isolado
13 Não se aproxima do professor
5. Área de avaliação: Formação de hábitos
Conceito de avaliação
Item de avaliação Sempre Frequentemente Raramente Nunca
1 Espera sua vez para falar
2 Alimenta-se bem e em horários próprios para a alimentação
3 Sabe despir-se e vestir-se
4 Vai ao banheiro sozinho
5 Controla fezes e urina
6 Precisa de ajuda na hora do lanche
7 Guarda material e jogos didáticos usados
8 Conduz seu próprio material (merenda, pasta, livros, brinquedos, jogos)
9 Sabe empregar palavras de cortesia (por favor, dá licença, muito obrigado, etc.)
10 É pontual
11 É assíduo

terça-feira, 18 de setembro de 2012

15 MITOS DA EDUCAÇÃO

REPORTAGEM COMPLETA NA REVISTA NOVA ESCOLA Nesta reportagem, convidamos você a refletir sobre 15 ideias presentes no dia a dia da sua profissão. Vale a pena analisar como essas questões interferem em sua prática. Seus alunos vão agradecer.
POR Elisângela Fernandes (novaescola@atleitor.com.br)
1 Para ser um bom professor é preciso ter dom e vocação
2 A função mais importante da escola é formar cidadãos
3 Criança pobre não aprende
4 Educação se aprende em casa. Cabe à escola apenas ensinar os conteúdos
5 Para os pequenos, livros ilustrados e com texto curto são os melhores
6 Muitas crianças não aprendem porque vêm de famílias desestruturadas
7 Meninos são melhores em Matemática
8 Creche é um mal necessário
9 A repetência sempre melhora o desempenho
10 Sem a possibilidade de reprovação, os alunos perdem o respeito pelo professor
11 A cópia e a repetição são boas estratégias de ensino
12 Trabalho em grupo sempre gera indisciplina
13 É papel da escola elevar a autoestima dos estudantes
14 Os alunos aprendem mais quando a atividade é lúdica
15 Conteúdo dado é conteúdo aprendido
FONTE:REVISTA NOVA ESCOLA/SETEMBRO DE 2012

FRASE DO DIA

"Não é admissível que alguém lecione apenas porque gosta de crianças ou acredita que leva jeito. A docência exige conhecimentos científicos."
Carlos Roberto Jamil Cury, professor titular aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

segunda-feira, 25 de junho de 2012

AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA -FUND. II

TEXTO I A lebre e a tartaruga
Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lentidão da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga, já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre, muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pôs-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária e, vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.
Moral da história: Devagar se vai ao longe!
http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=29
QUESTÃO 1
O episódio da narrativa que contribui para a vitória da tartaruga é
(A) a decisão da lebre de parar e cochilar.
(B) o desafio de realizar uma corrida com a lebre.
(C) o desafio de correr para garantir a vantagem.
(D) a decisão firme de caminhar com passos lentos.
QUESTÃO 2
O trecho que expressa uma opinião a respeito de um dos personagens é
(A) “Logo a lebre ultrapassou a adversária...”
(B) “Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.”
(C) “A lebre, muito segura de si, aceitou prontamente.”
(D) “Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
QUESTÃO 3
A finalidade deste texto é ensinar ao leitor que
(A) o sono renova as energias do corpo.
(B) a caçoada do adversário garante a vitória.
(C) o êxito depende de dedicação e persistência.
(D) o esporte é necessário para manutenção da saúde.
QUESTÃO 4
As características do texto “A lebre e a tartaruga”, tais como – o tipo de personagens e a presença de moral –, exemplificam o texto conhecido como
(A) receita.
(B) fábula.
(C) campanha publicitária.
(D) história em quadrinhos.
Texto II
Fada feiticeira
Geralda
É uma fada cozinheira
Que quando entra na cozinha
Até parece feiticeira.
É que seus 5 molhos são pecados
As suas massas são feitiços
As suas carnes são caprichos
Quitutes da mãe brasileira.
Seus doces
Seus bons-bocados, seus quindins
Suas pamonhas, seus bombons
Suas paçocas, seus pudins.
Quando ela faz a sobremesa
É sempre o prato mais gostoso
Vem um perfume saboroso
Que todo mundo vai querer
Pegar
Sentir
Mexer
Cheirar
Provar
Lamber
Morder
Comer
QUESTÃO 5
Os versos 17 a 24, construídos por meio de verbos, expressam
(A) os passos a serem seguidos por aqueles que desejam cozinhar bem.
(B) os desejos das pessoas ao sentirem o perfume da sobremesa de Geralda.
(C) as atitudes adotadas pela fada feiticeira ao preparar seus feitiços.
(D) as instruções para preparação dos quitutes da mãe brasileira.
Ricardo Azevedo. A casa do meu avô.
São Paulo: Ática, 2003.
Texto III
Receita de espantar a tristeza
Faça uma careta
E mande a tristeza
Pra longe, pro outro lado
Do mar ou da lua
Vá para o meio da rua
E plante bananeira
Faça alguma besteira
Depois estique os braços
Apanhe a primeira estrela
E procure o melhor amigo
Para um longo e apertado abraço
Roseana Murray. Receitas de olhar. São Paulo: FTD, 1997.
QUESTÃO 6
Os versos do poema que expressam o significado da expressão “espantar a tristeza”, presente no título do texto, é
(A) “Vá para o meio da rua E plante bananeira”
(B) “Depois estique os braços Apanhe a primeira estrela”
(C) “E mande a tristeza Pra longe, pro outro lado”
(D) “E procure o melhor amigo Para um longo e apertado abraço”
Texto IV
Lendas do nosso folclore
Mula-sem-cabeça
É um animal quadrúpede com aparência de mula, como o próprio nome diz.
Não tem cabeça e solta fogo pelo pescoço. Soluça como se fosse gente e, com seu galope, assusta as pessoas que saem a andar nas noites de lua cheia. Para afugentá-la, basta esconder dentes e unhas.
Nosso folclore, de Maria Regina Pereira e Zuleika de Almeida Prado. São Paulo: Ave-Maria, 1999.
QUESTÃO 7
As palavras que se referem à expressão “mula-sem-cabeça”, sem alterar a continuidade do texto, são
(A) fogo / unhas.
(B) gente / galope.
(C) pessoas / dentes.
(D) animal quadrúpede / la (afugentá-la).
Texto V
Sempre o Juquinha
No primeiro dia de aula, a professora explica que vai testar a capacidade de raciocínio das crianças, fazendo-as ligar determinadas características ao animal certo. Chama o Juquinha e começa:
– Quem pia é...
– Pião! – diz o garoto terrível.
Com paciência, a professora diz que é o pintinho da galinha que pia.
– Vou lhe dar outra chance: quem ladra é...
– Ladrão!
A professora, irritada, explica que é o cachorro.
– Seu Juquinha, vou lhe dar a última chance: quem muda de cor é...
E o Juquinha:
– Semáforo!
Almanaque Brasil de Cultura Popular. São Paulo, ano 2, n. 15, jun. 2000, p. 30. QUESTÃO 8
Nos trechos ”– Quem pia é ...”; “quem ladra é...”; “quem muda de cor é...”, o uso das reticências, em relação ao aluno, reforça a
(A) oportunidade de completude da fala.
(B) informação sobre extinção de animais.
(C) expressão de irritação da professora.
(D) falta de resposta dos alunos. Texto VI
Dez dicas para você não fazer feio na cozinha
1 – Lave bem as mãos antes de começar a fazer qualquer receita.
2 – Se você tiver cabelo comprido, prenda-o com um elástico.
3 – Use um avental para não sujar a roupa.
4 – Evite chegar perto do forno quando ele estiver quente.
5 – Meça os ingredientes e deixe-os separados antes de fazer a receita.
6 – Guarde os utensílios que já foram usados no lugar onde estavam anteriormente.
7 – Jogue fora os restos de embalagens que não serão reaproveitados.
8 – Não fique perto de panelas com água fervente.
9 – Nunca corra dentro da cozinha, principalmente com objetos na mão.
10 – Não use facas pontudas. Se precisar cortar algum ingrediente, peça a seus pais ou a algum adulto que o ajudem.
Folha de São Paulo. São Paulo, 13 jul. 2002. Suplemento Folhinha.
QUESTÃO 9
O texto apresenta uma lista de
(A) ingredientes exigidos para o preparo de qualquer prato.
(B) comportamentos que devem ser adotados na cozinha.
(C) utensílios necessários à preparação de uma receita.
(D) regras de higiene fundamentais na cozinha.
QUESTÃO 10
O trecho do texto que apresenta o interlocutor específico para o qual o texto está dirigido é
(A) “Lave bem as mãos antes de começar a fazer qualquer receita.”
(B) “Use um avental para não sujar a roupa.”
(C) “Jogue fora os restos de embalagens que não serão reaproveitados.”
(D) “Se precisar cortar algum ingrediente, peça a seus pais ou a algum adulto que o ajudem.”

sábado, 23 de junho de 2012

DESCONTRAIA...OS ADOLESCENTES AMAM ESSES TEXTOS

LEIA O TEXTO COM ATENÇÃO
Não te amo mais.
Estarei mentindo se disser que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
não significas nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...
AGORA LEIA TODO O TEXTO DE BAIXO PARA CIMA...

AINDA FALTA 10 MINUTOS PARA TOCAR O SINO...

PROFESSOR, APROVEITE E TENHA NA MANGA TEXTOS DIFERENTES PARA DESCONTARIR E TORNE O FIM DA AULA INTERESSANTE...
LEIA NA ORDEM QUE SE PEDE
01-Preciso contar-lhe um segredo, leia a nº 5.
02-Você está com pressa? Leia a nº 8.
03-Você está muito curioso, né? Leia a nº 9.
04- Olha é o seguinte... é melhor lê a nº 15.
05-Eu não tenho coragem, por isso, leia a nº17.
06-Gostaria de te falar, mas é melhor ler a nº 16.
07-Eu conto, mas... leia a nº 2.
08-É tão simples, por isso leia a nº 4.
09-Não fique nervoso, é simples leia a nº 18.
10-Ainda não, mas... leia a nº 19.
11-Você está ficando cansado... relaxe...leia a nº 13.
12-Como eu ia dizendo... leia a nº 3.
13-Está quase sabendo, leia a nº 20.
14-Te amo muito!!!!!
15-Você está ficando nervoso, por isso leia a nº 6.
16-Você ainda não entendeu, não é mesmo? Leia a nº 12.
17-Ah! Estou com vergonha, leia a nº 7 .
18-Eu não sei se você vai entender, leia a nº 10.
19-Leia a nº 11 com calma e saberá...
20-Agora eu conto, leia a nº 14, mas bem baixinho, tá?
LEIA NA ORDEM QUE SE PEDE
01-Preciso contar-lhe um segredo, leia a nº 5.
02-Você está com pressa? Leia a nº 8.
03-Você está muito curioso, né? Leia a nº 9.
04- Olha é o seguinte... é melhor lê a nº 15.
05-Eu não tenho coragem, por isso, leia a nº17.
06-Gostaria de te falar, mas é melhor ler a nº 16.
07-Eu conto, mas... leia a nº 2.
08-É tão simples, por isso leia a nº 4.
09-Não fique nervoso, é simples leia a nº 18.
10-Ainda não, mas... leia a nº 19.
11-Você está ficando cansado... relaxe...leia a nº 13.
12-Como eu ia dizendo... leia a nº 3.
13-Está quase sabendo, leia a nº 20.
14-Te amo muito!!!!!
15-Você está ficando nervoso, por isso leia a nº 6.
16-Você ainda não entendeu, não é mesmo? Leia a nº 12.
17-Ah! Estou com vergonha, leia a nº 7 .
18-Eu não sei se você vai entender, leia a nº 10.
19-Leia a nº 11 com calma e saberá...
20-Agora eu conto, leia a nº 14, mas bem baixinho, tá?
TÁ REPETIDO PARA SER COPIADO E COLADO...CABE 2 EM UMA FOLHA...BOM PROVEITO!!!!

CAPAS PARA POTFÓLIOS, CADERNOS E AFINS

FAÇA LINDAS CAPAS DE CADERNOS,FICHÁRIOS... EM E.V.A. NESTAS FÉRIAS...






sexta-feira, 11 de maio de 2012

INDISCIPLINNA ESCOLAR NA ATUALIDADE

A indisciplina escolar sempre foi um entrave ao bom andamento pedagógico. Hoje, porém, as escolas passam por um momento crítico uma vez que essa situação vem se agravando progressivamente. Ocorrências diárias, dentro e fora das salas de aula, refletem-se na família e em outras instituições da sociedade. Por outro lado, a indisciplina escolar pode ser vista como um mero reflexo da indisciplina generalizada em que se encontra a humanidade atualmente. Diante do caos instalado, professores e dirigentes não conseguem exercer seu papel de autoridade, sentindo-se impotentes. O detentor do conhecimento perdeu seu valor e seu lugar na hierarquia escolar, pois o conhecimento em si já não é valorizado pelos meios de comunicação de massa, com raríssimas exceções. A maior atribuição de valor é dada ao prazer individual imediato, não importa se obtido de forma lícita ou não.
Primeiramente é preciso definir o que seja indisciplina, conceito que pode ser interpretado de diversas formas. A princípio, um sujeito indisciplinado é o que apresenta um comportamento desviante de uma norma social. Dessa forma, o que é considerado comportamento normal em dado segmento da sociedade pode ser visto como indisciplina em outro contexto, dependendo das normas explícitas ou implícitas que estejam sendo desrespeitadas.
Com base nessa definição, é de suma importância verificar, então, quais são essas normas e até que ponto as normas implícitas estão claras. Muitas vezes as normas explícitas (Regimento Escolar, por exemplo) não são tão explícitas quanto deveriam ser, ou seja, não chegam ao conhecimento de todos e seu cumprimento não é realizado sequer por professores e funcionários, dando a impressão de que tais normas não têm valor. Já as normas implícitas têm, muitas vezes, relação direta com a educação recebida em casa. Assim, espera-se que o aluno saiba que deve bater na porta e aguardar permissão antes de entrar em sala. No entanto, o que se observa na prática é que tal conduta nunca lhe foi ensinada ou cobrada.
A indisciplina se manifesta em diferentes níveis, indo de pequenas perturbações (como entrar sem bater, interrompendo a aula) até o vandalismo e os atos de violência contra a pessoa física. Infelizmente, na atualidade, as perturbações são vistas como ocorrências normais e inevitáveis, considerando-se como indisciplina apenas as transgressões de maior vulto, como agressões, destruição e roubo.
Se por um lado as normas não são claras, por outro vivemos um momento cultural em que a sociedade como um todo desvaloriza as regras da boa convivência. Valorizado pela mídia é o levar vantagem, o tirar proveito, ou seja: individualismo em primeiro lugar na busca pelo prazer e satisfação imediata.
Atitudes antes observadas em uma minoria de adolescentes, hoje são amplamente generalizadas em estudantes de todos os níveis de ensino, como: apatia, conversas, troca de mensagens escritas, exibicionismo (com comentários, posturas ou roupas/acessórios), desrespeito aos horários de entrada e saída da sala de aula, atividades de lazer durante a aula (ouvir música, ler revistas, jogos eletrônicos etc.), perguntas colocadas propositadamente para desvalorizar o professor ou o conteúdo, entre outros.
Além dessas, extremamente freqüentes, também ocorrem agressões (a colegas, professores e funcionários), furtos, provocações (sexuais, racistas ou com outros teores preconceituosos), desvalorização e destruição de objetos, móveis e da estrutura física da escola, sendo estas últimas claras manifestações da agressividade reprimida do estudante.
Muito se poderia colocar acerca das supostas causas da indisciplina, teorizar a respeito do ser humano enquanto ser social, do papel da família e da escola na sociedade. No entanto, o que mais necessitamos na atualidade é de medidas práticas que possam auxiliar os professores e a direção da escola a lidar com tal problema.
Nesse ponto, a teoria psicanalítica pode ser uma ferramenta muito útil, permitindo que os educadores identifiquem mecanismos psíquicos que atuam inconscientemente nas relações sociais. A abordagem da psicanálise facilita a compreensão da dinâmica do grupo e instrumentaliza o educador para interferir nela, retomando sua posição de autoridade. Dessa forma, faz com que o professor se coloque como sujeito atuante em sala de aula e não mero objeto manipulado pelos alunos ou pela direção da escola. Ser o sujeito que atua, para o educador, é a única forma de fazer com que os estudantes também venham a tornar-se sujeitos, ou seja: de objetos manipulados pela mídia transformem-se em indivíduos responsáveis pelos próprios atos e pelas conseqüências de suas escolhas.
Conhecer as instâncias psíquicas e os mecanismos de defesa que atuam no aluno leva o educador a perceber no agressor um ser reprimido que necessita ser ouvido. Com isso aumenta a empatia e melhora significativamente a relação professor-aluno. Consciente dos mecanismos da projeção, da transferência e da contratransferência, o professor é capacitado a identificá-los na relação professor-aluno e, conseqüentemente, impedir a continuidade de ciclos viciosos do comportamento.

O que é indisciplina

Por trás desse problema - visto pelos professores como um dos principais entraves da boa Educação -, há a falta de conhecimento sobre o tema e de adequação das estratégias de ensino
Sua paciência está por um fio. A garotada voa pelos corredores, conversa em sala, briga no recreio, insiste em usar boné e em trazer para a sala materiais que não são os de estudo. Cansado e confuso, você se sente com os braços atados e a autoridade abalada. Não suporta mais as cenas que vê e não sabe o que fazer. Quer obediência! Quer controle! Quer mudanças no comportamento dos alunos!
Calma... Respire... Se você sonha com uma turma atenta e motivada, a primeira mudança necessária talvez esteja em você. É hora de rever sua ideia de indisciplina e o que há por trás dela. Muitos professores apontam a indisciplina e a falta de atenção entre os principais problemas da sala de aula. Doce ilusão! O comportamento inadequado do aluno não pode ser visto como uma causa da dificuldade para lecionar. Na verdade, ele é resultado da falta de adequação no processo de ensino.
Para que você avance nessa reflexão, é preciso entender que a indisciplina é a transgressão de dois tipos de regra. O primeiro são as morais, construídas socialmente com base em princípios que visam o bem comum, ou seja, em princípios éticos. Por exemplo, não xingar e não bater. Sobre essas, não há discussão: elas valem para todas as escolas e em qualquer situação. O segundo tipo são as chamadas convencionais, definidas por um grupo com objetivos específicos. Aqui entram as que tratam do uso do celular e da conversa em sala de aula, por exemplo. Nesse caso, a questão não pode ser fechada. Ela necessariamente varia de escola para escola ou ainda dentro de uma mesma instituição, conforme o momento. Afinal, o diálogo durante a aula pode não ser considerado indisciplina se ele se referir ao conteúdo tratado no momento, certo?
Não é fácil distinguir entre moralidade e convenção. Frequentemente, mistura-se tudo em extensos regimentos que pouco colaboram para manter o bom funcionamento da instituição e o clima necessário à aprendizagem em sala de aula. As crianças não enxergam a utilidade de um regimento ou dos famosos combinados que não se sustentam. Elas não sentem a necessidade de respeitá-los e acabam até se voltando contra essas normas.
A situação piora ainda mais se essas convenções se baseiam em permissões, proibições e castigos sem nenhum tipo de negociação. Se isso funcionasse, as escolas estariam todas em paz.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

FILME EM SALA...UP!-ALTAS AVENTURAS

Introdução
Up! - Altas Aventuras conta a comovente história de um velhinho viúvo e um garoto carente da atenção do pai que viajam em uma casa carregada por centenas de bexigas. A dupla acaba vivendo uma aventura inesquecível na floresta tropical.Dá para aproveitar o filme para trabalhar expressões idiomáticas com turmas que já aprenderam verbos básicos e a estruturação-padrão de frases. As histórias da Pixar são envolventes, isso facilita a apreensão”.
Objetivos
Expandir o vocabulário e ampliar a capacidade de identificação auditiva da língua.
Conteúdo
Compreensão de expressões idiomáticas em inglês.
Trechos selecionados
As cenas iniciais do filme, bastante movimentadas e ricas em diálogo entre o garoto Russell e o senhor Carl (cena 1 – 2m46s a 11m40s; cena 2 – 12m16s a 18m32s; cena 3 – 20m27s a 28m08s); e as cenas finais (1h17m05s a 1h26m06s), quando o protagonista debate com o vilão da história.
Atividade
Reproduza os trechos do filme em sala de aula com áudio e legendas em inglês. Peça que cada aluno anote as palavras que não sabe e depois liste todas no quadro, perguntando se alguém sabe o significado delas. Anote as definições dadas. Em seguida, proponha que os estudantes expliquem em inglês o que entenderam do trecho assistido. Escreva no quadro o que eles ditarem.
Avaliação
Organize uma conversa com a turma, retomando todas as palavras e expressões anotadas e, quando necessário, passando os reais significados. Analise se o texto coletivo sobre o trecho assistido mostra que os alunos realmente compreenderam as expressões idiomáticas utilizadas.

7 ERROS DO PROFESSOR EM SALA DE AULA

1. Utilizar o tempo de aula para corrigir provas
O problema: Deixar a turma sem fazer nada ao corrigir exames ou propor que os alunos confiram as avaliações.
A solução: Nesse caso, o antídoto é evitar a ação. Corrigir provas é tarefa do educador, para que ele possa aferir os pontos em que cada um precisa avançar. E o momento certo para isso é na hora-atividade.
2. Exigir que todos falem na socialização
O problema: Durante um debate, pedir que todos os estudantes se manifestem, gerando desinteresse e opiniões repetitivas.
A solução: O ideal é fazer perguntas como "Alguém tem opinião diferente?" e "E você? Quer acrescentar algo?". Assim, as falas não coincidem e os alunos são incentivados a ouvir e a refletir.
3. Não desafiar alunos adiantados
O problema: Crianças que terminam suas tarefas ficam ociosas ao esperar que os demais acabem. Além de perder uma chance de aprender, atrapalham os colegas que ainda estão trabalhando.
A solução: Ter uma segunda atividade relacionada ao tema da primeira para contemplar os mais rápidos.
4. Colocar a turma para organizar a sala
O problema: A arrumação de carteiras e mesas para trabalhos em grupo e rodas de leitura acaba tomando uma parte da aula maior do que das atividades em si.
A solução: Analisar se a mudança na disposição do mobiliário influi, de fato, no aprendizado. Em caso positivo, vale programar arrumações prévias à aula.
5. Falar de atualidades e esquecer o currículo
O problema: Abordar o assunto mais quente do momento por várias aulas, o que pode sacrificar o tempo dedicado ao conteúdo.
A solução: Dosar o espaço das atualidades e contextualizar o tema. Em Geografia, por exemplo, pode-se falar de deslizamentos de terra relacionando-os aos tópicos de geologia.
6. Realizar atividades manuais sem conteúdo
O problema: Pedir que os alunos façam atividades como lembrancinhas para datas comemorativas sem nenhum objetivo pedagógico.
A solução: Só propor atividades manuais ligadas a conteúdos curriculares - nas aulas de Artes, por exemplo, para estudar a colagem como um procedimento artístico.
7. Propor pesquisas genéricas
O problema: Pedir trabalhos individuais sobre um tema sem nenhum tipo de subdivisão. Como resultado, surgem produções iguais e, muitas vezes, superficiais.
A solução: Dividir o tema em outros menores e com indicações claras do que pesquisar. Isso proporciona investigações mais profundas e dinamiza a socialização.
Resta lembrar que nem tudo o que foge ao planejamento é perda de tempo. Questionamentos, por exemplo, são indícios de interesse no assunto ou de que um ponto precisa ser esclarecido. "Para esse tipo de desvio de rota, vale, sim, abrir espaço. Afinal, são atividades reflexivas e que auxiliam na aprendizagem".